Quem Somos

Empresa de assistência de enfermagem, home care, acompanhamentos a idosos, ortopedia, pediatria, feridas e curativos em geral. A Vita Home Care possui o compromisso de lhes proporcionar uma alternativa viável de tratamento, e que você possa contar com eficiência, qualidade, conforto, amor e carinho e com profissionais qualificados como: Médicos, Enfermeiros, Técnicos e Auxiliares de Enfermagem, Psicólogos, Fisioterapeutas e Nutricionistas, além de toda infra-estrutura hospitalar, materiais e medicamentos. O atendimento domiciliar é programado, realizado e supervisionado de acordo com a necessidade individual de cada cliente. O cliente é atendido com eficiência e humanização, recebendo cuidados especializados de profissionais treinados e capacitados

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Histórico do Home Care

 


A saúde assistencial caracterizada pela prestação de serviços no local de residência das pessoas, conhecida mundialmente pelo termo "Home Care", teve início de forma mais estruturada no final do século XVIII na cidade de Boston, Estados Unidos. O objetivo era a prestação de serviços aos mais humildes, dando-lhes a dignidade de serem tratados em seus lares ao invés de hospitalizá-los (naquela época, os hospitais ainda eram considerados como casas infestadas pela peste, onde os cidadãos pobres e enfermos eram enviados para morrer).

No início dos anos 80, nos Estados Unidos, o "Home Care" começou a ser visto pelos planejadores e gestores de Planos de Saúde como uma opção para a redução de custos e uma alternativa ao internamento hospitalar.

No Brasil, demorou um pouco mais para entrar na pauta dos principais gestores de benefícios e saúde, mas hoje está sendo visto com uma alavanca de melhoria fundamental, junto com os programas preventivos e investimentos tecnológicos.



Porém, a realidade vem se transformando, em 26 de janeiro de 2006, a ANVISA lançou a RDC 11 que fornece as primeiras diretivas para a prática da modalidade no Brasil. Hoje em dia, já existem muitos talentos nacionais e associações que estão se empenhando no desenvolvimento de uma modalidade que promete se impor no futuro no sistema de saúde.
Os idosos são hoje 14,5 milhões de pessoas, 8,6% da população total do País, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com base no Censo 2000. O instituto considera idosas as pessoas com 60 anos ou mais, mesmo limite de idade considerado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para os países em desenvolvimento. Em uma década, o número de idosos no Brasil cresceu 17%, em 1991, ele correspondia a 7,3% da população.

O envelhecimento da população brasileira é reflexo do aumento da expectativa de vida, devido ao avanço no campo da saúde e à redução da taxa de natalidade. Prova disso é a participação dos idosos com 75 anos ou mais no total da população - em 1991, eles eram 2,4 milhões (1,6%) e, em 2000, 3,6 milhões (2,1%).

A população brasileira vive, hoje, em média, de 68,6 anos, 2,5 anos a mais do que no início da década de 90. Estima-se que em 2020 a população com mais de 60 anos no País deva chegar a 30 milhões de pessoas (13% do total), e a esperança de vida, a 70,3 anos.

O quadro é um retrato do que acontece com os países como o Brasil, que está envelhecendo ainda na fase do desenvolvimento. Já os países desenvolvidos tiveram um período maior, cerca de cem anos, para se adaptar. A geriatra Andrea Prates, do Centro Internacional para o Envelhecimento Saudável, prevê que, nas próximas décadas, três quartos da população idosa do mundo esteja nos países em desenvolvimento.
A importância dos idosos para o País não se resume à sua crescente participação no total da população. Boa parte dos idosos hoje são chefes de família e nessas famílias a renda média é superior àquelas chefiadas por adultos não-idosos. Segundo o Censo 2000, 62,4% dos idosos e 37,6% das idosas são chefes de família, somando 8,9 milhões de pessoas. Além disso, 54,5% dos idosos chefes de família vivem com os seus filhos e os sustentam.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

E o que é Home Care?

O Home Care já é considerado uma prática muito natural em todo mundo. É sinônimo de conforto, de segurança, de família e de compaixão. Muitas pessoas têm se cuidado em casa, no trabalho ou em academias e alguns familiares também têm aceitado a responsabilidade de cuidar dos entes queridos, nos ambientes de suas residências quando se encontram enfermos. Com isto, as pessoas, os familiares e amigos procuram cada vez mais os serviços de Home Care , para obterem o apoio necessário
No Brasil, por mais de uma década, os serviços de Home Care têm tentado se estabelecer, mesmo tendo enfrentado muitas barreiras colocadas por colegas profissionais da saúde. Os serviços e o conceito de Home Care encontram-se ainda em sua "adolescência" no cenário brasileiro.
Promovido por profissionais da saúde que se tornaram pioneiros nesta área - Médicos, Enfermeiros, Fisioterapeutas, Farmacêuticos, Fonoaudiólogos, Nutricionistas, Assistentes Sociais, Personal Trainer,... - este atendimento inovador e revolucionário na área de saúde, algumas vezes carece de aprofundamento destes gabaritados profissionais, colaboradores na prestação deste serviço nomeado Home Care.

E o que é Home Care?
Home Care é uma modalidade "sui-generis" de oferta de serviços de saúde. O paciente recebe cuidados, tratamentos, produtos, equipamentos, serviços especializados e específicos num ambiente extra-institucional de saúde, ou seja, fora de clínicas e hospitais.

O que significa o termo Home Care?
O termo Home Care é de origem inglesa. A palavra "Home" significa "lar" , e a palavra "Care" traduz-se por "cuidados" . Portanto, a expressão Home Care designa literalmente : cuidados no lar.
No Brasil, o termo Home Care foi adotado como sinônimo de inúmeros serviços oferecidos, tais como: internamento domiciliar de saúde, atendimento domiciliar de saúde, assistência domiciliar de saúde com fornecimento e pronta-entrega de equipamentos, acessórios e medicamentos necessários, e outros serviços, entendendo domicílio como ambiente extra-institucional de saúde.
Home Care é uma denominação para a prestadora que oferece algum dos serviços acima citados.

Condição Clínica
Para o Home Care, a condição clínica, a debilidade ou a enfermidade do paciente, bem como, o profissional avaliador ou o cuidador, são partes importantes do tratamento global, cuja finalidade são ações preventivas, curativas, reabilitadoras e/ou paliativas especializadas.
A integração de todos estes fatores é que contribuem para a melhoria da saúde física, social, espiritual e psicológica do paciente e do seu cuidador. É a confirmação de que os serviços de Home Care exploram todos os fatores e utilizam uma metodologia adequada.

Estratégia
A grande estratégia é fazer parte destes fatores que contribuem para a melhoria da saúde e da qualidade de vida destes pacientes, através do fornecimento de equipamentos, acessórios e medicamentos necessários a todos estes clientes que optaram por se cuidarem em um ambiente extra-institucional de saúde, ou seja, fora de clínicas e hospitais.
É o fornecimento, com um bom atendimento, de produtos, acessórios e medicamentos para atender às necessidades destes pacientes, prescritas e administradas pelos profissionais da saúde. Esta é a proposta que,  Você Cliente, em parceria com a Vale Sul Distribuidora oferece, caracterizando a seção: Home Care , loja dentro da loja. Poucas empresas na área da saúde dão oportunidades para o fornecimento de produtos e serviços com estas características: qualidade de boas marcas, pronto atendimento e custo acessível.

domingo, 10 de outubro de 2010

"Quando o hospital é na sua própria casa"

A Assistência de Enfermagem domiciliar existe desde o início do século no Brasil, realizada por visitadoras sanitárias da Cruz Vermelha,  na cidade do Rio de Janeiro, baseada no modelo assistencial americano, trazido por Carlos Chagas.

Muitas pessoas não tem a expectativa de adoecer, mas as fatalidades podem acontecer em qualquer momento da vida, estabelecendo um quadro de saúde/doença que pode deixar seqüelas, para as quais se fazem necessários recursos assistenciais fundamentais para a manutenção do equilíbrio e melhora da saúde.

A hospitalização é vista como uma ruptura do indivíduo com seu ambiente,
 muda seus hábitos e rotinas. O quadro de insegurança se estabelece, por estar fora de seu lócuo habitual. A internação domiciliar permite ao indivíduo retornar ao seu convívio familiar, tornando sua recuperação muito mais rápida, reduzindo as reinternações, devido ao trabalho de educação estabelecido para o paciente e cuidador, fortalecendo o auto cuidado e um ganho significativo na qualidade de vida.

O atendimento personalizado é sempre preconizado pela equipe de
atendimento domiciliar, com a finalidade de satisfazer plenamente às necessidades específicas de cada um, bem como favorecer a interação com a equipe técnica, dado pelo binômio profissional-paciente, estabelecida pelo vínculo rotineiro com o mesmo profissional, preconizado pelo modelo assistencial baseado no "Primary Nurse".

Graças ao constante avanço de técnicas e aperfeiçoamento profissional,
tratar um paciente em sua residência tornou-se a melhor opção para o cuidado de inúmeras doenças e, o mais importante, o tratamento domiciliar tem a mesma qualidade e eficiência que o recurso encontrado a nível hospitalar.

domingo, 19 de setembro de 2010

DOENÇAS CARDÍACAS - Fatores de Risco

O QUE É?
São condições que predispõem uma pessoa a maior risco de desenvolver doenças do coração e dos vasos.
Existem diversos fatores de risco para doenças cardiovasculares, os quais podem ser divididos em imutáveis e mutáveis.
FATORES IMUTÁVEIS
São fatores imutáveis aqueles que não podemos mudar e por isso não podemos tratá-los. São eles :
Hereditários:
Os filhos de pessoas com doenças cardiovasculares tem uma maior propensão para desenvolverem doenças desse grupo. Pessoas de pele negra são mais propensos a hipertensão arterial e neles ela costuma ter um curso mais severo.
Idade:
Quatro entre cincos pessoas acometidas de doenças cardiovasculares estão acima dos 65 anos. Entre as mulheres idosas, aquelas que tiverem um ataque cardíaco terão uma chance dupla de morrer em poucas semanas.
Sexo:
Os homens tem maiores chances de ter um ataque cardíaco e os seus ataques ocorrem numa faixa etária menor. Mesmo depois da menopausa, quando a taxa das mulheres aumenta, ela nunca é tão elevada como a dos homens.
FATORES MUTÁVEIS
São os fatores sobre os quais podemos influir, mudando, prevenindo ou tratando.
Fumo:
O risco de um ataque cardíaco num fumante é duas vezes maior do que num não fumante. O fumante de cigarros tem uma chance duas a quatro vezes maior de morrer subitamente do que um não fumante. Os fumantes passivos também tem o risco de um ataque cardíaco aumentado.
Colesterol elevado:
Os riscos de doença do coração aumentam na medida que os níveis de colesterol estão mais elevados no sangue. Junto a outros fatores de risco como pressão arterial elevada e fumo esse risco é ainda maior. Esse fator de risco é agravado pela idade, sexo e dieta.
Pressão arterial elevada:
Para manter a pressão elevada, o coração realiza um trabalho maior, com isso vai hipertrofiando o músculo cardíaco, que se dilata e fica mais fraco com o tempo, aumentando os riscos de um ataque. A elevação da pressão também aumenta o risco de um acidente vascular cerebral, de lesão nos rins e de insuficiência cardíaca. O risco de um ataque num hipertenso aumenta várias vezes, junto com o cigarro, o diabete, a obesidade e o colesterol elevado.
Vida sedentária:
A falta de atividade física é outro fator de risco para doença das coronárias. Exercícios físicos regulares, moderados a vigorosos tem um importante papel em evitar doenças cardiovasculares. Mesmo os exercícios moderados, desde que feitos com regularidade são benéficos, contudo os mais intensos são mais indicados. A atividade física também previne a obesidade, a hipertensão, o diabete e abaixa o colesterol.
Obesidade:
O excesso de peso tem uma maior probabilidade de provocar um acidente vascular cerebral ou doença cardíaca, mesmo na ausência de outros fatores de risco. A obesidade exige um maior esforço do coração além de estar relacionada com doença das coronárias, pressão arterial, colesterol elevado e diabete. Diminuir de 5 a 10 quilos no peso já reduz o risco de doença cardiovascular.
Diabete melito:
O diabete é um sério fator de risco para doença cardiovascular. Mesmo se o açúcar no sangue estiver sob controle, o diabete aumenta significativamente o risco de doença cardiovascular e cerebral. Dois terços das pessoas com diabete morrem das complicações cardíacas ou cerebrais provocadas. Na presença do diabete, os outros fatores de risco se tornam mais significativos e ameaçadores.
Anticoncepcionais orais:
Os atuais ACOs têm pequenas doses de hormônios e os riscos de doenças cardiovasculares são praticamente nulos para a maioria das mulheres. Fumantes, hipertensas ou diabéticas não devem usar anticoncepcionais orais por aumentar em muito o risco de doenças cardiovasculares.
Existem outros fatores que são citados como podendo influenciar negativamente os fatores já citados. Por exemplo, estar constantemente sob tensão emocional (estresse) pode fazer com que uma pessoa coma mais, fume mais e tenha a sua pressão elevada. Certos medicamentos podem ter efeitos semelhantes, por exemplo, a cortisona, os antiinflamatórios e os hormônios sexuais masculinos e seus derivados